O recente estudo lançado pelo IBGE intitulado Regiões de Influência das Cidades - 2008, estabelece uma hierarquia dos 12 principais centros urbanos do País. Entre as várias constatações presentes nessa nova publicação, chama a atenção a distância entre São Paulo e as demais metrópoles, no que se refere às dimensões econômicas de suas áreas de influência.
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Universidade de Haifa, 16 de julho, 9h30. Escuto pelos microfones dos corredores: - Por favor, alunos, sem criar pânico, desçam as escadas com calma até o bunker. Sem entender muita coisa, desci. Dentro do bunker estavam professores, alunos e funcionários da universidade atentos às notícias do rádio. Sim, Haifa foi atingida por mísseis.
Liberdade – essa palavra que o sonho humano alimenta; que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda! Cecília Meireles, em Romanceiro da Inconfidência, Resgatado por Jorge Furtado, em Ilha das flores
Os primeiros hospitais surgiram a partir das duas grandes instituições operantes no Brasil: a Igreja – por meio das Santas Casas – e o exército, principal representante do Estado português. Já em 1727 começava a funcionar o primeiro serviço hospitalar militar do Rio de Janeiro, no Morro de São Bento, que daria origem ao Hospital Real Militar. No caso dos hospitais ligados à Igreja, quase sempre nasciam como instituições destinadas a apoiar uma ampla variedade de excluídos: órfãos, mães solteiras, velhos, pobres e, claro, doentes.
“Tragam de volta o legítimo McCain”. Foi essa a manchete de capa da revista The Economist, há dois meses. O legítimo McCain é o republicano com idéias próprias que desafiou George W. Bush em temas cruciais e ganhou o respeito dos independentes e até mesmo dos democratas. Aquele McCain defendeu o equilíbrio orçamentário e denunciava a irresponsabilidade fiscal dos cortes de impostos promovidos pela Casa Branca. Ele pronunciou a mais forte condenação da política de legalização da tortura na “guerra ao terror”. E não se deixou confundir com a direita cristã do seu partido, que crismou como “agentes da intolerância”.
Grande parte da esquerda não entendeu, ainda, a tremenda importância da luta anti-imperialista desenvolvida pelo presidente Chávez, afirma Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, professor do Depto. de Política e Programa de Pós-graduação da PUC-SP, autor de Uma ilusão de desenvolvimento: nacionalismo e dominação burguesa nos anos JK , coordenador do NEILS (Núcleo de Estudos de Ideologias e Lutas Sociais) e da revista Lutas Sociais. O marxismo, para ele, enfrenta um grande desafio: interpretar criticamente e servir de instrumento de luta nas condições de uma situação mundial nova, produzida pelo encerramento de um grande ciclo histórico, simbolizado pelo fim da União Soviética, e a entrada em cena de novos protagonistas, como os povos originários da América Latina.
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